
Se há dez anos este blog existisse, esta seria a homenagem mínima à grande Amália.
Hoje, e depois de ter assistido há alguns meses sua irmã Celeste Rodrigues cantar este mesmo fado, para um Campo Pequeno praticamente esgotado, em que, desde os primeiros acordes das guitarras, passando pela proximidade quase visual da sua voz à de Amália e acabando nas últimas palmas do público que se manteve de pé premiando a sua divinal actuação, o arrepio no corpo era algo difícil de desaparecer.
Ainda hoje é assim.
Ainda hoje existe Amália.
Ainda hoje a voz continua.
Hoje, e depois de ter assistido há alguns meses sua irmã Celeste Rodrigues cantar este mesmo fado, para um Campo Pequeno praticamente esgotado, em que, desde os primeiros acordes das guitarras, passando pela proximidade quase visual da sua voz à de Amália e acabando nas últimas palmas do público que se manteve de pé premiando a sua divinal actuação, o arrepio no corpo era algo difícil de desaparecer.
Ainda hoje é assim.
Ainda hoje existe Amália.
Ainda hoje a voz continua.

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