quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ei malta, está tudo bem?




Já há algum tempo que não vinha aqui deixar algumas palavras, mas ando preocupado com os dias do calendário e com a malta.

Quando olho para o calendário deparo-me com um cenário… como direi… comilão! É que quando ontem pensei que hoje seria dia 26… amanhã já tudo isto aconteceu! Assim, de repente, já passou… puff… ah pois é!!!

Por isso espantam-me, nos dias que correm, algumas atitudes de alguns seres humanos ditos civilizados e instruídos. A sério!

Será que existe uma outra realidade visível a olho nú? Será necessário um par de óculos, daqueles 3D, em que as coisas que estão longe parecem estar mesmo à frente do nosso nariz… e de repente já passaram?

Mas é que espanta-me mesmo…
Ora se batem records de vendas de livros motivacionais, que “ensinam” os leitores a ter uma postura mais positiva, mais dinâmica, mais diferenciadora… logo mais produtiva… como de repente se marcam greves e manifestações em dias de trabalho, em horários de trabalho, para se manifestarem contra o trabalho e se calhar porque têm trabalho…

É que até parece que está tudo bem! Até parece que não precisamos de mais produção de qualidade, de mais trabalho de qualidade, de mais imagem de qualidade, de mais, de mais… de muito mais…

Mas será que estamos todos no mesmo país, na mesma realidade?

A sério malta, está mesmo tudo bem?

sábado, 10 de setembro de 2011

Férias 2011


Este ano foi o primeiro ano que os meus dois filhos estiveram de férias comigo 15 dias seguidos.
Ofereci-lhes um caderno a cada um, um estojo cheio de canetas de cor, lápis de cera, lápis de cor, afia-lápis, borracha enfim, todo um manancial de material para poderem dar liberdade à imaginação.
Combinámos que cada um deles escreveria, desenharia, ou faria o que bem entendesse no caderno, mas que teria sempre que estar relacionado com as férias.
Este foi o resultado daquilo que representou para eles um dos dias das nossas férias juntos.
Eles dizem que não copiaram a ideia um pelo outro! He he!!! :-)

domingo, 19 de junho de 2011

O jogo da Macaca!



É curioso este jogo.
Em cada quadrado, representado por um número, salta-se com um ou dois pés... tenta-se manter o equilíbrio enquanto se passa para o quadrado seguinte, mas quem chega ao fim mais ou menos direito, ganha! Se bem me lembro deve ser isto.

Mas... é... muito... curiosa... esta... Macaca... acaba aos 7!!!

sábado, 4 de junho de 2011

Justiça vs. Sorte



Nota 1: Miguel de Cervantes escreveu um dia, na obra de Dom Quixote, a célebre frase “Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”, que tendeu a estar associada a fenómenos que, à vista desarmada parecem absurdos ou mesmo impossíveis de tão inacreditavelmente absurdos que são, mas que na realidade acontecem.

Nota 2: O Tango, dança tipicamente ligada à Argentina (Buenos Aires) é, para mim, uma dança sensual, provocadora, exótica e penetrante. Na Wikipedia pode ler-se a seguinte definição/descrição do Tango, com a qual concordo: “O Tango mescla o drama, a paixão, a sexualidade, a agressividade, é sempre e totalmente triste. Como dança é "duro", masculino, sem meneios femininos, a mulher é sempre submissa. O ritmo é sincopado, tem um compasso binário. A síncope é de uma nota tocada no tempo fraco que se prolonga até um tempo forte, o que movimenta a música e desloca acentuação do ritmo.”.

Nota 3: O trevo de quatro folhas é uma anomalia rara do vulgar trevo (de três folhas), pelo que se acredita que encontrar um trevo de quatro folhas é sinal de boa sorte.

Nota 4: Um amigo, ofereceu-me uma ficha de jogo que trouxe de Macau, porque se crê que dá sorte.

Com estas notas, deixo uma mensagem de que a justiça, apesar de às vezes parecer ineficiente e lenta, ainda funciona!
E sim, precisamos de sorte. Mas para que sejamos bafejados pela sorte tem que se lutar e trabalhar muito.
O resultado final? É muito gratificante.

terça-feira, 22 de março de 2011

Dia do Pai 2011




Este ano o dia do Pai teve um sabor muito especial.
Este ano o dia do Pai trouxe-me duas ofertas, dos meus dois filhos... a oferta já habitual e sempre com o seu toque pessoal e especial, da Leonor... e recebi pela primeira vez, desde há 7 anos, do Dinis com uns olhos cheios de alegria, de quem finalmente e pela primeira vez pode oferecer ao seu Pai uma oferta feita com as suas próprias mãos.
Ter dois filhos assim é ser o Pai mais feliz do mundo!
L - Pai, qual é o presente que gostas mais do mundo, o meu ou o do mano?
Pai – Gosto dois de igual forma... são os dois muito giros!
L – Mas o do mano diz coisas tão lindas!!!
Pai – E o teu também diz coisas lindas... vou ler para saberes o que está escrito, queres?
L – SIM!!!!