sábado, 4 de junho de 2011

Justiça vs. Sorte



Nota 1: Miguel de Cervantes escreveu um dia, na obra de Dom Quixote, a célebre frase “Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”, que tendeu a estar associada a fenómenos que, à vista desarmada parecem absurdos ou mesmo impossíveis de tão inacreditavelmente absurdos que são, mas que na realidade acontecem.

Nota 2: O Tango, dança tipicamente ligada à Argentina (Buenos Aires) é, para mim, uma dança sensual, provocadora, exótica e penetrante. Na Wikipedia pode ler-se a seguinte definição/descrição do Tango, com a qual concordo: “O Tango mescla o drama, a paixão, a sexualidade, a agressividade, é sempre e totalmente triste. Como dança é "duro", masculino, sem meneios femininos, a mulher é sempre submissa. O ritmo é sincopado, tem um compasso binário. A síncope é de uma nota tocada no tempo fraco que se prolonga até um tempo forte, o que movimenta a música e desloca acentuação do ritmo.”.

Nota 3: O trevo de quatro folhas é uma anomalia rara do vulgar trevo (de três folhas), pelo que se acredita que encontrar um trevo de quatro folhas é sinal de boa sorte.

Nota 4: Um amigo, ofereceu-me uma ficha de jogo que trouxe de Macau, porque se crê que dá sorte.

Com estas notas, deixo uma mensagem de que a justiça, apesar de às vezes parecer ineficiente e lenta, ainda funciona!
E sim, precisamos de sorte. Mas para que sejamos bafejados pela sorte tem que se lutar e trabalhar muito.
O resultado final? É muito gratificante.

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